quinta-feira, 20 de julho de 2017

Túlio usa leis que não existem para repassar 570 mil a instituto criado por ele mesmo

A famigerada reforma administrativa de mais de 300 páginas enviada pelo prefeito Túlio Lemos para a Câmara Municipal de Macau e votada pelos vereadores sem pelo menos terem-na lido ainda gera muita polêmica na cidade de Macau.

A última delas e certamente uma das mais graves, que inclusive já gerou denúncia de vereadores oposicionistas no Ministério Público e no Tribunal de Contas do Estado (TCE), foi a criação e o repasse de 570 mil reais ao IMAIS (Instituto Municipal do Ambiente, Inovação e Sustentabilidade) que na última sessão do dia 04 de julho de 2017 (atentem para essa data) na Câmara Municipal, teve votado um projeto de lei enviado pelo prefeito solicitando a liberação de um crédito especial no valor de 570 mil reais para o funcionamento do IMAIS durante o restante do ano de 2017.
Projeto de Lei este que foi aprovado tendo em vista a submissão do vereadores aliados do prefeito que votam as matérias que o prefeito envia sem pelo menos questionarem do que se trata. É a partir daí que uma série de erros formais, vícios jurídicos e ilegalidades passam a acontecer, pois no dia seguinte, 05/07/2017, o prefeito Túlio Lemos baixa o Decreto nº 2.305 (antes mesmo da publicação da Lei Complementar votada no dia anterior) datado de 24 de maio de 2017 (10 dias antes da votação na câmara), ou seja, com data anterior a votação da Lei Complementar na Câmara Municipal, abrindo crédito suplementar no valor de 570 mil reais à dotações especificadas no anexo I do Decreto, anulando a dotação orçamentária em igual valor discriminada no anexo II do mesmo Decreto, ou seja, Túlio tirou dinheiro de algum lugar para colocar no IMAIS, instituto que ele mesmo criou. Agora o leitor deve estar se perguntando: O que está especificado no anexo I e II deste decreto criado pelo prefeito?
E a resposta é: Não se sabe! pois os anexos que se referem o tal decreto sequer foram publicados no Diário Oficial do Município para que se tenhamos o conhecimento como o leitor pode conferir clicando AQUI.

Como se não bastasse os erros e as ilegalidades já vistos até agora, ao examinarmos o Inciso IX, do Artigo 78 da Lei Orgânica do Município de Macau na qual o decreto de remanejamento de 570 mil reais foi baseado, constatamos que tal inciso não existe! isso mesmo que você leu, o inciso na qual o remanejamento do recurso se baseia não existe!
E o Artigo 78 da Lei Orgânica de Macau fala que "os auxiliares diretos do prefeito, são solidariamente responsáveis, junto com este, pelos atos que praticarem em desconformidade com a Lei Orgânica", ou seja, não trata jamais de abertura de crédito suplementar para órgão nenhum! e muito menos existe inciso IX na referida Lei Orgânica do município de Macau!

Só que a ilegalidade não pára por aí, no mesmo decreto o prefeito Túlio Lemos usa a Lei Nº 2.290 para justificar a concessão dos 570 mil reais para o instituto que ele mesmo criou, só que ao realizarmos uma pesquisa constatamos que a Lei Nº 2.290 na esfera federal é datada de 13 de dezembro de 1910! da época do Marechal Hermes da Fonseca e a Lei trata de salários dos integrantes do Exército Brasileiro, algo que não tem nada haver com o município de Macau.
Na nossa pesquisa encontramos também um decreto nº 2.290 datado de 21 de novembro de 1986, da época do ex-presidente José Sarney que trata de normas sobre a desindexação da economia, ou seja, leis que não tem sentido e nem relação alguma com o remanejamento de 570 mil reais no município de Macau/RN.
Ao compararmos o Decreto do Sr. prefeito Túlio Lemos, com decretos de outras prefeituras encontramos no Diário Oficial da prefeitura de São Bento do Trairi/RN, decreto semelhante, datado de 05 de abril de 2017, que também abre crédito suplementar, só que em valor bastante inferior ao de Macau (R$ 8.021,20). Ou seja, é bastante provável que Túlio emitiu um decreto remanejando 570 mil reais para um instituto que ele mesmo criou, se baseando em uma Lei Orgânica de outro município, que nesse caso seria São Bento do Trairi/RN.

Desta feita, resta provado por A mais B a ilegalidade do Decreto N° 2.305 que o prefeito criou para retirar 570 mil reais durante o restante do ano de 2017 de algum órgão já existente em Macau, para aplicar esse mesmo dinheiro no IMAIS, instituto criado pelo prefeito.
Diante de toda está quantidade de erros, vícios jurídicos, irregularidades e ilegalidades só nos resta perguntar:
Pra quê serve a Procuradora do município nomeada pelo prefeito recebendo o salário de no mínimo 8 mil reais por mês?
Pra quê serve o Sub Procurador do município nomeado pelo prefeito recebendo salário de no mínimo 7.500 reais por mês?
E ainda sim, receberem a título de gratificação 600 reais cada vez que se reunirem com o prefeito?
Para que serve a assessoria jurídica do município?
E onde está aquele governo transparente, ético e honesto que o prefeito prometeu?
Prefeito Túlio Lemos, cadê os 570 mil reais que estavam aqui?

É isso aí!

Por Leandro de Souza 

     








quinta-feira, 13 de julho de 2017

O despreparo de Túlio envergonha os vereadores submissos

Em abril deste ano após a polêmica do Presidente da câmara dos vereadores ter se ausentado da sessão da Câmara em sinal de protesto quando o executivo municipal enviou um projeto de lei para ser votado em regime de "urgência urgentíssima" sem dar tempo nem dos vereadores lerem os documentos que estavam votando, o prefeito de Macau Túlio Lemos afirmou à imprensa: "Não enviarei a Câmara Municipal nenhum projeto que envergonhe ou constranja os vereadores".


O fato se deu em virtude de na sessão anterior da casa legislativa, o prefeito ter enviado uma reforma administrativa contendo mais de 300 páginas com os vereadores recebendo o texto às 11:00 hs da manhã e tendo que votá-lo às 16:00 hs da tarde. O texto da reforma definia aumento de salário para os cargos comissionados, criação de novos cargos comissionados, extinção de cargos técnicos, criação de uma procuradoria sem necessidade de concurso público para o procurador, concessão de gratificação de R$ 900,00 para o próprio prefeito e de R$ 600,00 para os secretários sempre que se reunissem dentre outras coisas.
Submissos como numa relação quase que masoquista, (com a diferença de que o povo é quem sofre) entre dominador e dominado, os vereadores aliados do prefeito (Carlinhos do Valadão, Dyana Lira, Dinarte, Mônica Ribeiro, Dantas, Lampião e Ceição de Negola) aprovaram a famigerada reforma administrativa (com o aval do presidente da casa, o vereador Pintinho) enviada por Túlio Lemos sem pelo menos terem-na lido, isso mesmo que você leu, os vereadores aliados do governo votaram a favor da reforma que está levando Macau para um precipício sem pelo menos terem lido sequer uma página, ou seja, assinaram um cheque em branco e entregaram na mão do prefeito, só que a conta deste cheque quem está pagando é o povo macauense. Certamente os vereadores ganharam alguns afagos da mão do seu dominador para se submeterem a este vexame histórico como por exemplo vagas para cargos comissionados distribuídos entre familiares e aliados dos vereadores submissos e dominados.

Passaram-se 03 meses da aprovação da reforma e a folha de pagamento com cargos comissionados ultrapassou a cifra de 1 milhão de reais, valores surreais para a prefeitura que não consegue pagar em dia mais de 200 mil reais para tais cargos. Neste mês de julho a prefeitura só pagou 70% do salário desses cargos comissionados e só conseguiu pagar graças a ter utilizado uma verba federal de mais de 900 mil reais destinada para pagamento da primeira parcela do 13º salário dos servidores efetivos, ou seja, Túlio não pagou o adiantamento do 13º para pagar parte do salário dos seus cargos comissionados, e vai baixar um decreto nos próximos dias reduzindo 30% do salário de todos os cargos comissionados, a chamada reforma da reforma, igual a um pedreiro que faz um serviço mal feito. Dessa forma a conclusão que se chega é de que assim como os vereadores votaram sem ler, Túlio enviou a reforma sem ter feito sequer um estudo de impacto financeiro da reforma nos cofres do município, o que mostra total despreparo do prefeito que desde que assumiu vem cometendo erros infantis do alto da sua cadeira.
Túlio mostra despreparo também reduzindo em 30% o salário dos comissionados por só ter conseguido pagar esse valor, pois não levou em consideração que ele só conseguiu pagar esse percentual graças a arrecadação extra de mais de 900 mil reais que deveria ter sido utilizada para adiantamento do 13º e que não receberá nos próximos meses, se não fosse essa verba ele não pagaria valor algum aos cargos comissionados. 
O prefeito mostra despreparo também por estar usando a arrecadação da primeira quinzena do mês para pagar valores atrasados, o que significa que o município já está com déficit salarial. Desta forma a afirmação da época da campanha de que Túlio estava preparado para governar Macau, cai por terra, não passou de mais uma história bonita para enganar os macauenses que sofrem na cidade sem as condições básicas no município.

E assim segue a rotina do executivo e legislativo macauense. Túlio dominador e vereadores submissos, juntos realizando suas fantasias e desejos mais obscuros, mesmo o despreparo de um sendo motivo da vergonha do outro.

É isso aí!

Por Leandro de Souza   

O despreparo de Túlio envergonha os vereadores submissos

Em abril deste ano após a polêmica do Presidente da câmara dos vereadores ter se ausentado da sessão da Câmara em sinal de protesto quando o executivo municipal enviou um projeto de lei para ser votado em regime de "urgência urgentíssima" sem dar tempo nem dos vereadores lerem os documentos que estavam votando, o prefeito de Macau Túlio Lemos afirmou à imprensa: "Não enviarei a Câmara Municipal nenhum projeto que envergonhe ou constranja os vereadores".


O fato se deu em virtude de na sessão anterior da casa legislativa, o prefeito ter enviado uma reforma administrativa contendo mais de 300 páginas com os vereadores recebendo o texto às 11:00 hs da manhã e tendo que votá-lo às 16:00 hs da tarde. O texto da reforma definia aumento de salário para os cargos comissionados, criação de novos cargos comissionados, extinção de cargos técnicos, criação de uma procuradoria sem necessidade de concurso público para o procurador, concessão de gratificação de R$ 900,00 para o próprio prefeito e de R$ 600,00 para os secretários sempre que se reunissem dentre outras coisas.
Submissos como numa relação quase que masoquista, (com a diferença de que o povo é quem sofre) entre dominador e dominado, os vereadores aliados do prefeito (Carlinhos do Valadão, Dyana Lira, Dinarte, Mônica Ribeiro, Dantas, Lampião e Ceição de Negola) aprovaram a famigerada reforma administrativa (com o aval do presidente da casa, o vereador Pintinho) enviada por Túlio Lemos sem pelo menos terem-na lido, isso mesmo que você leu, os vereadores aliados do governo votaram a favor da reforma que está levando Macau para um precipício sem pelo menos terem lido sequer uma página, ou seja, assinaram um cheque em branco e entregaram na mão do prefeito, só que a conta deste cheque quem está pagando é o povo macauense. Certamente os vereadores ganharam alguns afagos da mão do seu dominador para se submeterem a este vexame histórico como por exemplo vagas para cargos comissionados distribuídos entre familiares e aliados dos vereadores submissos e dominados.

Passaram-se 03 meses da aprovação da reforma e a folha de pagamento com cargos comissionados ultrapassou a cifra de 1 milhão de reais, valores surreais para a prefeitura que não consegue pagar em dia mais de 200 mil reais para tais cargos. Neste mês de julho a prefeitura só pagou 70% do salário desses cargos comissionados e só conseguiu pagar graças a ter utilizado uma verba federal de mais de 900 mil reais destinada para pagamento da primeira parcela do 13º salário dos servidores efetivos, ou seja, Túlio não pagou o adiantamento do 13º para pagar parte do salário dos seus cargos comissionados, e vai baixar um decreto nos próximos dias reduzindo 30% do salário de todos os cargos comissionados, a chamada reforma da reforma, igual a um pedreiro que faz um serviço mal feito. Dessa forma a conclusão que se chega é de que assim como os vereadores votaram sem ler, Túlio enviou a reforma sem ter feito sequer um estudo de impacto financeiro da reforma nos cofres do município, o que mostra total despreparo do prefeito que desde que assumiu vem cometendo erros infantis do alto da sua cadeira.
Túlio mostra despreparo também reduzindo em 30% o salário dos comissionados por só ter conseguido pagar esse valor, pois não levou em consideração que ele só conseguiu pagar esse percentual graças a arrecadação extra de mais de 900 mil reais que deveria ter sido utilizada para adiantamento do 13º e que não receberá nos próximos meses, se não fosse essa verba ele não pagaria valor algum aos cargos comissionados. 
O prefeito mostra despreparo também por estar usando a arrecadação da primeira quinzena do mês para pagar valores atrasados, o que significa que o município já está com déficit salarial. Desta forma a afirmação da época da campanha de que Túlio estava preparado para governar Macau, cai por terra, não passou de mais uma história bonita para enganar os macauenses que sofrem na cidade sem as condições básicas no município.

E assim segue a rotina do executivo e legislativo macauense. Túlio dominador e vereadores submissos, juntos realizando suas fantasias e desejos mais obscuros, mesmo o despreparo de um sendo motivo da vergonha do outro.

É isso aí!

Por Leandro de Souza   

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Em posse do Lions Clube Túlio faz discurso conciliador.

Aconteceu na noite da última sexta feira, 7, a posse do novo presidente do Lions Clube de Macau, Emanuel Queiroz para o anuênio 2017/2018. Emanuel recebeu o cargo do ex-presidente Joad Fonseca na presença de vários convidados que prestigiaram o evento.

O representante do Governador do Lions Clube Internacional, Fábio Sá, discursou lembrando a todos os presentes da importância que o Lions tem na cidade de Macau e no mundo. Falou sobre os preceitos éticos que regem o clube e cada um dos seus integrantes, além de ressaltar a importância do Lions Clube Internacional em prol das benfeitorias aos mais carentes.
O ex-presidente Joad Fonseca agradeceu a presença de todos e falou da satisfação e honra de poder ter conduzido o Lions Clube de Macau no período de 2016/2017.
O novo presidente Emanuel Queiroz prometeu cumprir todas as tarefas do Lions Clube Internacional a ele atribuídas e honrar a dignidade que o detentor de tão expressivo cargo possui.

A cerimônia também foi marcada pela posse de novos membros do Lions indicados por outros membros mais antigos.

Em seu discurso o prefeito de Macau, Túlio Lemos, adotou um tom bastante conciliador com o Lions Clube de Macau, ressaltando a importância da instituição para a cidade e também a aproximação e o respeito que o executivo municipal deve ter àquela instituição filantrópica. Certamente tomado pelas boas vibrações envoltas no ambiente Túlio esqueceu rusgas passadas, e pelo visto já superadas, que como é de conhecimento público fez com que por diversas vezes a prefeitura e o Lions estivessem em lados opostos, tendo seu ápice na data do baile da saudade organizado pelo Lions Clube de Macau onde a renda é revertida para a caridade, mas que teve um baile concorrente gratuito no mesmo dia e horário apoiado pela prefeitura municipal.

É bastante proveitosa e interessante o fim dessa queda de braço entre prefeitura e Lions Clube, pois quem ganha é a população macauense, principalmente os mais carentes que usufruem dos projetos que o Lions Clube realiza.
Certamente todos os presentes ficaram felizes ao perceberem no discurso do prefeito alguns objetivos e preceitos éticos que sempre norteiam os integrantes do Lions Clube Internacional, como por exemplo criar e promover o espírito de compreensão; interessar-se ativamente pelo bem estar cívico, cultural, social e moral da comunidade; ajudar ao próximo, consolando o aflito, fortalecendo o desvalido e socorrendo o necessitado e acima de tudo lembrar que para ser bem sucedido não é necessário destruir os outros. 
Que a paz, a harmonia e a cumplicidade continuem norteando essa relação entre o executivo municipal e o Lions Clube. Macau agradece.

É isso aí!

Por Leandro de Souza 
Imagens de Joselito Braz

Em posse do Lions Clube Túlio faz discurso conciliador.

Aconteceu na noite da última sexta feira, 7, a posse do novo presidente do Lions Clube de Macau, Emanuel Queiroz para o anuênio 2017/2018. Emanuel recebeu o cargo do ex-presidente Joad Fonseca na presença de vários convidados que prestigiaram o evento.

O representante do Governador do Lions Clube Internacional, Fábio Sá, discursou lembrando a todos os presentes da importância que o Lions tem na cidade de Macau e no mundo. Falou sobre os preceitos éticos que regem o clube e cada um dos seus integrantes, além de ressaltar a importância do Lions Clube Internacional em prol das benfeitorias aos mais carentes.
O ex-presidente Joad Fonseca agradeceu a presença de todos e falou da satisfação e honra de poder ter conduzido o Lions Clube de Macau no período de 2016/2017.
O novo presidente Emanuel Queiroz prometeu cumprir todas as tarefas do Lions Clube Internacional a ele atribuídas e honrar a dignidade que o detentor de tão expressivo cargo possui.

A cerimônia também foi marcada pela posse de novos membros do Lions indicados por outros membros mais antigos.

Em seu discurso o prefeito de Macau, Túlio Lemos, adotou um tom bastante conciliador com o Lions Clube de Macau, ressaltando a importância da instituição para a cidade e também a aproximação e o respeito que o executivo municipal deve ter àquela instituição filantrópica. Certamente tomado pelas boas vibrações envoltas no ambiente Túlio esqueceu rusgas passadas, e pelo visto já superadas, que como é de conhecimento público fez com que por diversas vezes a prefeitura e o Lions estivessem em lados opostos, tendo seu ápice na data do baile da saudade organizado pelo Lions Clube de Macau onde a renda é revertida para a caridade, mas que teve um baile concorrente gratuito no mesmo dia e horário apoiado pela prefeitura municipal.

É bastante proveitosa e interessante o fim dessa queda de braço entre prefeitura e Lions Clube, pois quem ganha é a população macauense, principalmente os mais carentes que usufruem dos projetos que o Lions Clube realiza.
Certamente todos os presentes ficaram felizes ao perceberem no discurso do prefeito alguns objetivos e preceitos éticos que sempre norteiam os integrantes do Lions Clube Internacional, como por exemplo criar e promover o espírito de compreensão; interessar-se ativamente pelo bem estar cívico, cultural, social e moral da comunidade; ajudar ao próximo, consolando o aflito, fortalecendo o desvalido e socorrendo o necessitado e acima de tudo lembrar que para ser bem sucedido não é necessário destruir os outros. 
Que a paz, a harmonia e a cumplicidade continuem norteando essa relação entre o executivo municipal e o Lions Clube. Macau agradece.

É isso aí!

Por Leandro de Souza 
Imagens de Joselito Braz

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A perda de memória de Túlio Lemos

Todo escritor, jornalista, fotógrafo, artista etc. Deve ter orgulho da sua obra, muitos inclusive guardam acervos e arquivos de todo o seu trabalho já feito para que não se perca com o tempo.
Mas o ex-jornalista e agora prefeito de Macau, Túlio Lemos, parece não concordar muito com essa teoria, digo isto porque se o leitor fizer uma pesquisa procurando a obra do ex-jornalista Túlio Lemos, verá que ela foi tirada do ar, hoje só é possível saber o que Túlio escrevia se por acaso for encontrado em blogs de outras pessoas matérias que foram reproduzidas das colunas que Túlio escrevia, ou seja, blogs que copiavam algumas colunas de Túlio e que ele não teve como apagar, mas as mídias a qual ele tinha o controle sob seus escritos foram literalmente tiradas do ar.

Até mesmo o famoso Sherloquinho, pseudônimo que Túlio utilizava para escrever de forma mais agressiva contra políticos norteriograndesses desapareceu. Porque será que Túlio tenta esconder o que falava e escrevia no passado?
Será que é pra que o povo de hoje não saiba o quanto ele criticava o nepotismo no meio político e hoje faz uso e defende a mesma prática?
Ou será que é para que o povo não saiba o quanto ele criticava a gestão de Micarla de Sousa em Natal, e hoje como prefeito trás pra dentro da prefeitura de Macau várias "figuras ilustres" da gestão de Micarla, inclusive seu tio, Bosco Afonso, tornando chefe de gabinete este que ajudou a tornar a imagem de Micarla como o tsunami que devastou Natal?
Ou será que é para que o povo não saiba que ele dizia que a Polícia Federal estava na cola do prefeito de Natal Carlos Eduardo?
Ou será que é pra que o povo não saiba que ele escrevia que tinha nojo de políticos profissionais como a ex-governadora e já falecida Wilma de Farias que segundo ele só queria roubar o dinheiro público? (lembramos que recentemente Túlio já prefeito rendeu uma série de homenagens a Wilma)
Ou será que é para que o povo não saiba que como jornalista ele insinuava que o ex-prefeito de Jucurutu, o médico Luciano Lopes juntamente com o Deputado Estadual Nelter Queiroz eram ladrões e agora como prefeito Túlio contratou o mesmo médico para prestar serviços na cidade de Macau?
Ou será que é pra que o povo não saiba que ele era crítico fervoroso do político que assume e reclama de gestões passadas e fica olhando pelo retrovisor, coisa que ele como prefeito tem se apegado e usado do mesmo expediente o tempo todo?

Túlio até tentou apagar tudo o que escreveu, mas ele não contava com a mídia impressa que fica guardada, com os vídeos que ficam salvos, com os outros blogs que reproduziram suas colunas e principalmente com a memória do povo que parece ser bem melhor que a dele. 
Sempre digo que o homem se torna refém de suas próprias palavras e tem que sustentar o que fala e o que escreve. Com essa atitude do ex-jornalista e agora prefeito de Macau em tentar apagar em vão, tudo o que dizia e escrevia só nos resta a conclusão de que tudo o que Túlio Lemos diz não se escreve. A julgar pela célebre frase dita pelo mesmo em 2016: "Dinheiro tem, o que falta é gestão"

É isso aí!

Por Leandro de Souza

A perda de memória de Túlio Lemos

Todo escritor, jornalista, fotógrafo, artista etc. Deve ter orgulho da sua obra, muitos inclusive guardam acervos e arquivos de todo o seu trabalho já feito para que não se perca com o tempo.
Mas o ex-jornalista e agora prefeito de Macau, Túlio Lemos, parece não concordar muito com essa teoria, digo isto porque se o leitor fizer uma pesquisa procurando a obra do ex-jornalista Túlio Lemos, verá que ela foi tirada do ar, hoje só é possível saber o que Túlio escrevia se por acaso for encontrado em blogs de outras pessoas matérias que foram reproduzidas das colunas que Túlio escrevia, ou seja, blogs que copiavam algumas colunas de Túlio e que ele não teve como apagar, mas as mídias a qual ele tinha o controle sob seus escritos foram literalmente tiradas do ar.

Até mesmo o famoso Sherloquinho, pseudônimo que Túlio utilizava para escrever de forma mais agressiva contra políticos norteriograndesses desapareceu. Porque será que Túlio tenta esconder o que falava e escrevia no passado?
Será que é pra que o povo de hoje não saiba o quanto ele criticava o nepotismo no meio político e hoje faz uso e defende a mesma prática?
Ou será que é para que o povo não saiba o quanto ele criticava a gestão de Micarla de Sousa em Natal, e hoje como prefeito trás pra dentro da prefeitura de Macau várias "figuras ilustres" da gestão de Micarla, inclusive seu tio, Bosco Afonso, tornando chefe de gabinete este que ajudou a tornar a imagem de Micarla como o tsunami que devastou Natal?
Ou será que é para que o povo não saiba que ele dizia que a Polícia Federal estava na cola do prefeito de Natal Carlos Eduardo?
Ou será que é pra que o povo não saiba que ele escrevia que tinha nojo de políticos profissionais como a ex-governadora e já falecida Wilma de Farias que segundo ele só queria roubar o dinheiro público? (lembramos que recentemente Túlio já prefeito rendeu uma série de homenagens a Wilma)
Ou será que é para que o povo não saiba que como jornalista ele insinuava que o ex-prefeito de Jucurutu, o médico Luciano Lopes juntamente com o Deputado Estadual Nelter Queiroz eram ladrões e agora como prefeito Túlio contratou o mesmo médico para prestar serviços na cidade de Macau?
Ou será que é pra que o povo não saiba que ele era crítico fervoroso do político que assume e reclama de gestões passadas e fica olhando pelo retrovisor, coisa que ele como prefeito tem se apegado e usado do mesmo expediente o tempo todo?

Túlio até tentou apagar tudo o que escreveu, mas ele não contava com a mídia impressa que fica guardada, com os vídeos que ficam salvos, com os outros blogs que reproduziram suas colunas e principalmente com a memória do povo que parece ser bem melhor que a dele. 
Sempre digo que o homem se torna refém de suas próprias palavras e tem que sustentar o que fala e o que escreve. Com essa atitude do ex-jornalista e agora prefeito de Macau em tentar apagar em vão, tudo o que dizia e escrevia só nos resta a conclusão de que tudo o que Túlio Lemos diz não se escreve. A julgar pela célebre frase dita pelo mesmo em 2016: "Dinheiro tem, o que falta é gestão"

É isso aí!

Por Leandro de Souza

Guarda Municipal de Macau pede socorro

Atualmente no Brasil com o crescimento desenfreado da violência a polícia ganhou um forte aliado no combate a criminalidade, esse aliado chama-se Guarda Municipal. No princípio de sua criação as guardas municipais tinham apenas o objetivo de zelar pelo patrimônio público dos municípios, hoje com o avanço da criminalidade e consequentemente evolução da função das guardas, estas passaram a ser peça importante da segurança pública no combate e prevenção ao crime.
Acabou-se o tempo em que Guarda Municipal apenas vigiava prédios, hoje as guardas fazem rondas, atendem ocorrências, prendem criminosos, participam de operações etc. Mas isso quando se tem estrutura para trabalhar, quando não se tem, como na cidade de Macau o que se vê são guardas desmotivados para exercerem suas funções.

A Guarda Municipal de Macau atualmente não dispõe de viatura pra poder trabalhar, pois estão todas quebradas no pátio da prefeitura, fazem 3 anos que sequer fardamento os guardas recebem, a base da guarda não oferece segurança aos profissionais e está em condições precárias mais parecendo um prédio abandonado, a guarda não dispõe nem de cones para realizar um simples isolamento o que faz com que os guardas se sintam impotentes ao não poder atender os chamados da população.
Como se já não bastasse todo esse descaso o prefeito de Macau, Túlio Lemos, após não renovar o contrato de algumas pessoas que faziam o serviço de vigilância de prédios públicos, planeja retirar os guardas municipais que tem a função de fazer ronda na cidade para ocupar o lugar desses vigias que foram dispensados.
Segundo os Guardas Municipais existe uma má distribuição dos vigias que são servidores efetivos do município, segundo eles, há lugares que não se necessita do serviço de vigias e tem, e outros lugares que necessita e não tem, segundo os guardas municipais, o prefeito está querendo que eles façam na verdade o serviço de porteiros ao invés de dar estrutura para que eles possam combater o crime.
Vale ressaltar que a cidade de Macau tem no seu quadro de cargos comissionados dois assessores de segurança, um deles trabalha exclusivamente sendo motorista do prefeito e o outro a qual a Guarda Municipal é ligada diretamente não possui nenhum tipo de formação, curso ou experiência na área de segurança pública.
O caminho para o avanço de qualquer cidade sempre será caminhar para um futuro mais promissor e não regredir a um passado já superado, tentar retirar a Guarda Municipal das ruas para tapar rombos causados pelas falhas da própria gestão municipal é com certeza regredir com tudo o que a Guarda Municipal já conquistou.

É isso aí!

Por Leandro de Souza    

Guarda Municipal de Macau pede socorro

Atualmente no Brasil com o crescimento desenfreado da violência a polícia ganhou um forte aliado no combate a criminalidade, esse aliado chama-se Guarda Municipal. No princípio de sua criação as guardas municipais tinham apenas o objetivo de zelar pelo patrimônio público dos municípios, hoje com o avanço da criminalidade e consequentemente evolução da função das guardas, estas passaram a ser peça importante da segurança pública no combate e prevenção ao crime.
Acabou-se o tempo em que Guarda Municipal apenas vigiava prédios, hoje as guardas fazem rondas, atendem ocorrências, prendem criminosos, participam de operações etc. Mas isso quando se tem estrutura para trabalhar, quando não se tem, como na cidade de Macau o que se vê são guardas desmotivados para exercerem suas funções.

A Guarda Municipal de Macau atualmente não dispõe de viatura pra poder trabalhar, pois estão todas quebradas no pátio da prefeitura, fazem 3 anos que sequer fardamento os guardas recebem, a base da guarda não oferece segurança aos profissionais e está em condições precárias mais parecendo um prédio abandonado, a guarda não dispõe nem de cones para realizar um simples isolamento o que faz com que os guardas se sintam impotentes ao não poder atender os chamados da população.
Como se já não bastasse todo esse descaso o prefeito de Macau, Túlio Lemos, após não renovar o contrato de algumas pessoas que faziam o serviço de vigilância de prédios públicos, planeja retirar os guardas municipais que tem a função de fazer ronda na cidade para ocupar o lugar desses vigias que foram dispensados.
Segundo os Guardas Municipais existe uma má distribuição dos vigias que são servidores efetivos do município, segundo eles, há lugares que não se necessita do serviço de vigias e tem, e outros lugares que necessita e não tem, segundo os guardas municipais, o prefeito está querendo que eles façam na verdade o serviço de porteiros ao invés de dar estrutura para que eles possam combater o crime.
Vale ressaltar que a cidade de Macau tem no seu quadro de cargos comissionados dois assessores de segurança, um deles trabalha exclusivamente sendo motorista do prefeito e o outro a qual a Guarda Municipal é ligada diretamente não possui nenhum tipo de formação, curso ou experiência na área de segurança pública.
O caminho para o avanço de qualquer cidade sempre será caminhar para um futuro mais promissor e não regredir a um passado já superado, tentar retirar a Guarda Municipal das ruas para tapar rombos causados pelas falhas da própria gestão municipal é com certeza regredir com tudo o que a Guarda Municipal já conquistou.

É isso aí!

Por Leandro de Souza    

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Túlio troca lâmpadas dos postes por incandescentes

Após muitas reclamações dos macauenses sobre a falta de iluminação pública nesses 6 meses de gestão, o prefeito de Macau, Túlio Lemos, fez um verdadeiro evento midiático tipo "mutirão" para reposição de lâmpadas queimadas onde apenas um único eletricista trabalhava trocando as lâmpadas (pois os outros foram demitidos pelo pai do prefeito por terem cobrado 3 meses de salários atrasados) enquanto outras dezenas de funcionários comissionados da prefeitura acompanhavam o prefeito e assistiam o eletricista trabalhar. O prefeito concedeu entrevistas, fez live ao vivo pelo Facebook, posou para fotos etc. tudo isso para a reposição de algumas lâmpadas queimadas.


Foi feito um verdadeiro evento comemorativo para as trocas de algumas lâmpadas dos postes da rua da cidade, o que lembrou dois casos que geraram muitas historias engraçadas pelo Brasil a fora quando um prefeito de uma cidade do estado de Pernambuco fez um evento para a inauguração de um quebra molas, e também quando um prefeito de uma cidade do estado da Bahia fez um evento para a inauguração de um orelhão.



Desde que Túlio assumiu a prefeitura em janeiro, já entrou nos cofres da prefeitura a título de Contribuição da Iluminação Pública mais de 600 mil reais que são descontados todos os meses da conta de energia do povo macauense e pasmem caro leitor, o prefeito Túlio Lemos está utilizando lâmpadas incandescentes (aquelas amarelas) que não se usam mais, por estarem ultrapassadas pois tem uma vida útil bem mais curta e o consumo é bem mais alto como no comparativo a seguir:


Comparativo incandescentes x fluorescentes x lâmpadas LED

Vamos imaginar dois cenários: um em que a casa tem apenas lâmpadas incandescentes e outro, em que se usa só lâmpadas fluorescentes. Vamos supor que ambas as casas possuem 20 pontos de luz e uma utilização média de 10 lâmpadas acesas durante 6 horas diariamente. Em cinco anos, o balanço é o seguinte:


● 1ª Hipótese: 

Casa com lâmpadas incandescentes

Investimento inicial em lâmpadas: R$ 36,00
Potência média de consumo das lâmpadas: 
60W
Consumo de energia: 
6.480 KWh no perído de 5 anos
Lâmpadas substituídas no período: 
110
Gasto com energia: R$ 2.628,00
Gasto com lâmpadas: 
R$ 195,00
TOTAL: R$ 2823,00

● 2ª Hipótese: 

Casa com lâmpadas fluorescentes

Investimento inicial em lâmpadas: R$ 200,00 + R$500,00 (em reatores eletrônicos)
Potência média de consumo das lâmpadas: 
18W
Consumo de energia:
 1.944 KWh no período de 5 anos
Lâmpadas substituídas no período: 
14
Gasto com energia: 
R$ 778,00
Gasto com lâmpadas: 
R$ 140,00
TOTAL: R$ 918,00

Os números falam por si. As fluorescentes são mais caras, mas rapidamente se pagam com a economia de energia elétrica. Além do mais, em um período de cinco anos, a casa com lâmpadas incandescentes vai produzir 96 lâmpadas queimadas a mais.

● 3ª Hipótese: 

Casa com iluminação a led.

Investimento inicial em lâmpadas: R$ 1.500,00
Potência média de consumo das lâmpadas a led: 
8 W ( luminosidade equivalente a lâmpada de 60w)
Consumo de energia: 
1.080 kW no período de 5 anos
Lâmpadas substituídas no período: zero
Gasto com energia: R$ 345,00
Gasto com lâmpadas: 
zero
TOTAL: R$ 345,00

CONCLUSÃO FINAL AO COMPARAR AS HIPÓTESES 3 E 4:

Apesar de um investimento inicial com iluminação com fluorescentes compactas de R$700,00 e a de LED ficar em R$1.500,00, ou 2 vezes mais, o custo final da conta de luz compensa, pois significa uma economia de 40%. Se compararmos com a lâmpada incandescente, a relação é mais vantajosa ainda, ou seja, o led proporciona uma economia de 88%. Uma vantagem substancial em dinheiro e um ganho na ecologia significativo em cinco anos.
Aí eu pergunto caro leitor, o que será que foi feito com os 600 mil reais arrecadados com a contribuição de iluminação pública? com certeza não foi utilizado na sua totalidade para comprar essas lâmpadas incandescentes.

Só para o leitor ter uma ideia na época da gestão do prefeito Kerginaldo Pinto as lâmpadas eram fluorecentes e eram trocadas todas as lâmpadas queimadas constantemente pois a cada 60 dias eram feitas aquisições de novas lâmpadas e ainda sobrava dinheiro para utilizar na iluminação pública da cidade.
Isso sem falar que a conta de energia do macauense vai aumentar, pois o gasto dessas lâmpadas incandescentes são bem mais altos do que o praticado hoje em dia, ou seja macauenses, essa conta quem vai pagar é você!
Só resta ao macauense fazer ao prefeito Túlio Lemos a pergunta que não quer calar:
"Prefeito cadê o dinheiro que estava aqui?"

É isso aí!

Por Leandro de souza 

Túlio troca lâmpadas dos postes por incandescentes

Após muitas reclamações dos macauenses sobre a falta de iluminação pública nesses 6 meses de gestão, o prefeito de Macau, Túlio Lemos, fez um verdadeiro evento midiático tipo "mutirão" para reposição de lâmpadas queimadas onde apenas um único eletricista trabalhava trocando as lâmpadas (pois os outros foram demitidos pelo pai do prefeito por terem cobrado 3 meses de salários atrasados) enquanto outras dezenas de funcionários comissionados da prefeitura acompanhavam o prefeito e assistiam o eletricista trabalhar. O prefeito concedeu entrevistas, fez live ao vivo pelo Facebook, posou para fotos etc. tudo isso para a reposição de algumas lâmpadas queimadas.


Foi feito um verdadeiro evento comemorativo para as trocas de algumas lâmpadas dos postes da rua da cidade, o que lembrou dois casos que geraram muitas historias engraçadas pelo Brasil a fora quando um prefeito de uma cidade do estado de Pernambuco fez um evento para a inauguração de um quebra molas, e também quando um prefeito de uma cidade do estado da Bahia fez um evento para a inauguração de um orelhão.



Desde que Túlio assumiu a prefeitura em janeiro, já entrou nos cofres da prefeitura a título de Contribuição da Iluminação Pública mais de 600 mil reais que são descontados todos os meses da conta de energia do povo macauense e pasmem caro leitor, o prefeito Túlio Lemos está utilizando lâmpadas incandescentes (aquelas amarelas) que não se usam mais, por estarem ultrapassadas pois tem uma vida útil bem mais curta e o consumo é bem mais alto como no comparativo a seguir:


Comparativo incandescentes x fluorescentes x lâmpadas LED

Vamos imaginar dois cenários: um em que a casa tem apenas lâmpadas incandescentes e outro, em que se usa só lâmpadas fluorescentes. Vamos supor que ambas as casas possuem 20 pontos de luz e uma utilização média de 10 lâmpadas acesas durante 6 horas diariamente. Em cinco anos, o balanço é o seguinte:


● 1ª Hipótese: 

Casa com lâmpadas incandescentes

Investimento inicial em lâmpadas: R$ 36,00
Potência média de consumo das lâmpadas: 
60W
Consumo de energia: 
6.480 KWh no perído de 5 anos
Lâmpadas substituídas no período: 
110
Gasto com energia: R$ 2.628,00
Gasto com lâmpadas: 
R$ 195,00
TOTAL: R$ 2823,00

● 2ª Hipótese: 

Casa com lâmpadas fluorescentes

Investimento inicial em lâmpadas: R$ 200,00 + R$500,00 (em reatores eletrônicos)
Potência média de consumo das lâmpadas: 
18W
Consumo de energia:
 1.944 KWh no período de 5 anos
Lâmpadas substituídas no período: 
14
Gasto com energia: 
R$ 778,00
Gasto com lâmpadas: 
R$ 140,00
TOTAL: R$ 918,00

Os números falam por si. As fluorescentes são mais caras, mas rapidamente se pagam com a economia de energia elétrica. Além do mais, em um período de cinco anos, a casa com lâmpadas incandescentes vai produzir 96 lâmpadas queimadas a mais.

● 3ª Hipótese: 

Casa com iluminação a led.

Investimento inicial em lâmpadas: R$ 1.500,00
Potência média de consumo das lâmpadas a led: 
8 W ( luminosidade equivalente a lâmpada de 60w)
Consumo de energia: 
1.080 kW no período de 5 anos
Lâmpadas substituídas no período: zero
Gasto com energia: R$ 345,00
Gasto com lâmpadas: 
zero
TOTAL: R$ 345,00

CONCLUSÃO FINAL AO COMPARAR AS HIPÓTESES 3 E 4:

Apesar de um investimento inicial com iluminação com fluorescentes compactas de R$700,00 e a de LED ficar em R$1.500,00, ou 2 vezes mais, o custo final da conta de luz compensa, pois significa uma economia de 40%. Se compararmos com a lâmpada incandescente, a relação é mais vantajosa ainda, ou seja, o led proporciona uma economia de 88%. Uma vantagem substancial em dinheiro e um ganho na ecologia significativo em cinco anos.
Aí eu pergunto caro leitor, o que será que foi feito com os 600 mil reais arrecadados com a contribuição de iluminação pública? com certeza não foi utilizado na sua totalidade para comprar essas lâmpadas incandescentes.

Só para o leitor ter uma ideia na época da gestão do prefeito Kerginaldo Pinto as lâmpadas eram fluorecentes e eram trocadas todas as lâmpadas queimadas constantemente pois a cada 60 dias eram feitas aquisições de novas lâmpadas e ainda sobrava dinheiro para utilizar na iluminação pública da cidade.
Isso sem falar que a conta de energia do macauense vai aumentar, pois o gasto dessas lâmpadas incandescentes são bem mais altos do que o praticado hoje em dia, ou seja macauenses, essa conta quem vai pagar é você!
Só resta ao macauense fazer ao prefeito Túlio Lemos a pergunta que não quer calar:
"Prefeito cadê o dinheiro que estava aqui?"

É isso aí!

Por Leandro de souza 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Câmara da Macau fará prestação de contas através de audiência pública

Seguindo na contra mão do Prefeito da cidade, a Câmara Municipal dos vereadores de Macau, através de requerimento do seu Presidente Jairton Medeiros, e também atendendo a pedidos do Vereador Emmanuel Clélio que desde o começo do ano cobra prestação de contas, aprovou em sessão ordinária na última terça feira audiência pública de prestação de contas do 1º semestre do Poder Legislativo.


Na prestação de contas serão apresentados o demostrativo de despesas e o relatório de cumprimento de metas fiscais. Para o Presidente da Câmara, a medida atende o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de cumprir o dever constitucional de prestar contas, a transparência na gestão fiscal e o incentivo da participação popular na fiscalização das contas públicas.
A audiência pública será realizada no próximo dia 11/07/2017 e serve de exemplo para o prefeito Túlio Lemos fazer o mesmo e prestar contas a população do que ele está fazendo com o dinheiro do povo.
Lembrando que audiência pública se faz na presença da população e nela são apresentados além de números de receitas e despesas, comprovantes, recibos, extratos, notas fiscais, etc. Para que todos tenham conhecimento de como está sendo administrado o erário público.


Não basta ir numa rádio e dizer o quanto recebeu e o quanto gastou, a população tem direito e exige ter acesso aos comprovantes. Ir a programas de rádio, televisão e fazer vídeos não é audiência pública de prestação de contas, mas sim atitude midiática.
Parabéns ao Vereador Jairton Medeiros, pela atitude e transparência com os gastos públicos da casa que ele preside.

É isso aí!

Por Leandro de Souza